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	<title>Opinião &#8211; Jornal HCFMB</title>
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	<title>Opinião &#8211; Jornal HCFMB</title>
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		<title>“Vai levando”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lennon Policastro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Feb 2022 16:22:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[André Balbi Em meio a este início de ano com a terceira onda da Covid-19 nos atingindo em cheio, nosso HC vai avançando em sua modernidade pública, com muitas dificuldades, mas também cheio de passos firmes e definitivos. Dois acontecimentos mostram este cenário. O primeiro ocorreu nos últimos dias de dezembro quando o Ministério da [&#8230;]]]></description>
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<p><em>André Balbi</em></p>



<p>Em meio a este início de ano com a terceira onda da Covid-19 nos atingindo em cheio, nosso HC vai avançando em sua modernidade pública, com muitas dificuldades, mas também cheio de passos firmes e definitivos. Dois acontecimentos mostram este cenário.</p>



<p>O primeiro ocorreu nos últimos dias de dezembro quando o Ministério da Saúde nos enviou recursos financeiros da ordem de 1.8 milhões de dólares para a aquisição de um novo Acelerador Linear. Trata-se do aparelho que realiza as sessões de radioterapia em pacientes oncológicos, com valor astronômico por ser produzido no exterior e importado ao Brasil somente após sua aquisição. Moderno, este aparelho substituirá o nosso equipamento atual que tem perto de 20 anos de uso, de forma mais segura e eficiente para nossos pacientes. É o HC mostrando seu potencial de atendimento também na oncologia.</p>



<p>O segundo acontecimento ocorreu nesta semana, quando recebemos a notícia de que, a partir de março ou do final da pandemia, teremos mais 20 leitos de UTI habilitados para atendimento de pacientes adultos com patologias diversas, substituindo de forma definitiva os 40 leitos de UTI-Covid abertos na urgência do início da pandemia. Assim o HC passa a contar com 50 leitos de UTI para adultos, financiados totalmente pelo SUS, equipados com modernos respiradores e equipe multidisciplinar especializada, além dos leitos de UTI infantil e neonatal. Lembro que o último aumento de leitos de terapia intensiva ocorreu há pelo menos 15anos, o que valoriza ainda mais esta ampliação.</p>



<p>As vezes penso na gestão atual do HC com todas suas dificuldades e conquistas e me lembro de uma música chamada “vai levando” composta e cantada por Caetano Veloso e Chico Buarque no final dos anos 70: “<em>mesmo com o nada feito, com a sala escura, com um nó no peito, com a cara dura, não tem mais jeito, a gente não tem cura. A gente vai levando&#8230;</em> E completo: levando com orgulho e esperança!</p>



<p><em>Dr. André Balbi é médico nefrologista e atual Superintendente do HCFMB.</em></p>



<p></p>
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		<title>&#8220;Pouco se me dá que claudique a onagra, o que me apraz é acicatá-la.&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lennon Policastro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Dec 2021 16:54:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[Bruna Carla Fioruci Comunicação: esse foi um dos eixos temáticos da inspiradora Imersão dos Diretores do HCFMB, realizada na primeira semana de dezembro. Interessante a metodologia proposta pelo Prof. Dr. André Balbi e a abordagem sutilmente descontraída do Prof. Caldas, que deixou todos os líderes à vontade para expor suas “dores organizacionais”. A “comunicose”, como [&#8230;]]]></description>
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<p><em>Bruna Carla Fioruci</em></p>



<p>Comunicação: esse foi um dos eixos temáticos da inspiradora Imersão dos Diretores do HCFMB, realizada na primeira semana de dezembro. Interessante a metodologia proposta pelo Prof. Dr. André Balbi e a abordagem sutilmente descontraída do Prof. Caldas, que deixou todos os líderes à vontade para expor suas “dores organizacionais”.</p>



<p>A “comunicose”, como um querido amigo trata os problemas de comunicação, não é algo novo. Em minha aula na reunião dos diretores, apresentei como referência Gênesis 11: A <a></a>Torre de Babel. Para mim, essa citação está no início do livro não à toa. É um aprendizado basal. Ainda que todos os envolvidos tenham o mesmo propósito ao construir algo, se não estiverem com a comunicação alinhada (falando a mesma língua), terão a missão destruída. Esse ensinamento é muito forte, porém pouco exercitado.</p>



<p>Quantas vezes passamos por problemas profissionais e até pessoais por falhas de comunicação? Talvez por ser algo intrínseco ao ser humano, ligamos o modo automático e deixamos de ponderar sobre a assertividade neste processo de passar e receber mensagens. Muitas vezes, as mensagens valiosas são suprimidas pela rotina, que discretamente tornam os dias iguais, e começam as trincas que antecedem a ruína. Aliás, a discrição e a frequência das pequenas ações são muito poderosas. Para o bem e para o mal. Mas esse assunto renderia outro artigo.</p>



<p>Assim como a IV Imersão dos Diretores me pôs dias e madrugada a refletir, convido a todos a responder para si mesmos: quanto você tem exercitado a comunicação? Não a comunicação mecânica, aquela que se faz no modo automático na correria do dia a dia. Mas aquela comunicação estrategicamente pensada, incorporada como algo potencialmente edificador.</p>



<p>Exercite secretamente se você tem reclamado da falta de comunicação, mas tem deixado de praticá-la. Sei que, para ser efetiva, a comunicação deve ser respeitosa, ponto! Entender as dificuldades e as necessidades das partes é um dos componentes desse alicerce. Ainda “provoco” a seguinte reflexão: “quanto você tem interesse pela mensagem do outro e o quanto você está disposto a ouvir?” frase mencionada pelo Dr. André na imersão. Talvez estejamos impensadamente vivendo como a frase citada por Ruy Barbosa no título deste texto, que diz: “Não me importa que a mula manque, o que me dá prazer é esporear”.</p>



<p><em>Bruna Carla Fioruci é Gerente de Comunicação, Imprensa e Marketing do HCFMB</em></p>
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		<title>Um movimento para a construção do futuro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lennon Policastro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Dec 2021 20:05:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[Prof. Caldas 2021 foi o ano em que a ciência, com o rigor de métodos e ações,exibiu sua potência no enfrentamento de problemas, aflijam eles a humanidade ou uma pessoa singular. A Covid-19, em meio a tantas tragédias, demostrou isso. Uma das marcas diferenciais dos humanos, desde sempre, é a capacidade de “viver o futuro”, [&#8230;]]]></description>
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<p><em>Prof. Caldas</em></p>



<p>2021 foi o ano em que a ciência, com o rigor de métodos e ações,exibiu sua potência no enfrentamento de problemas, aflijam eles a humanidade ou uma pessoa singular. A Covid-19, em meio a tantas tragédias, demostrou isso.</p>



<p>Uma das marcas diferenciais dos humanos, desde sempre, é a capacidade de “viver o futuro”, por antecipação imaginária, buscando influenciar o rumo dos acontecimentos. No entanto, apenas há algumas décadas, este processo passou a se valer da ciência, com referencial teórico e práticas bem constituídos. Assim nasceu o PLANEJAMENTO.</p>



<p>&nbsp;Vindo de uma árdua e heroica batalha contra a Covid-19, lastreada nos mais modernos avanços da CIÊNCIA, a alta direção do Hospital das Clínicas resolveu valer-se dela, para dar um salto de qualidade em seu processo anual de planejamento. E buscou seus fundamentos na sapiência de Carlos Matus, prócer do planejamento estratégico latino-americano.</p>



<p>Neste diapasão, a IV IMERSÃO do HCFMB (Planejamento 2022), teve início em meados de outubro, guiada por alguns fundamentos científicos:</p>



<p>1. que PLANEJAR não é predizer nem determinar o futuro, mas sim explorar “possíveis históricos”, escolhendo caminhos oferecidos pelo presente e passado;</p>



<p>2. que o PLANOlonge de ser uma mera “peça cartorial” deve constituir-se como um guia efetivo das ações reais, cotidianas, da organização como um todo e de cada um de seus membros;</p>



<p>3. que, para tanto, deve resultar de uma ELABORAÇÃOPARTICIPATIVA, do esforço coletivo do grupo em processos de debate, negociação e pactuação;</p>



<p>4. que, na vida real e nas instituições, dialeticamente, “TUDO SE RELACIONA”;</p>



<p>5. que o planejamento se processa e efetiva em MÚLTIPLAS DIMENSÕES: administrativa (metas administrativas e de produção), política (escolhas, disputas e tomadas de decisão) e ideológica (inculcação e legitimação).</p>



<p>Assim começamos o processo: o longo e dedicado “EXERCÍCIO DO PLANEJAR”.</p>



<p>No PRIMEIRO MOVIMENTO, de expansão, cada departamento, diretoria e setor, buscou recuperar seus “antecedentes históricos”, planos em andamento, observando o que foi alcançado ou não e se perguntando: “por que não foi?”. Mais ainda: o que nos incomoda e, afinal, onde queremos chegar em 2022 e nos próximos anos? O que nos impede de avançar? Quais problemas devemos enfrentar e quais as OPERAÇÕES devemos empreender para chegar a suas raízes. Não bastava “prescrever ações”, dizer o que fazer, mas também “COMO FAZER” e se perguntar: É VIÁVEL, depende de quem, quem ajuda, quem se opõem? Há dificuldades, facilidades? Quem vai executar e comandar? Estas “mil” indagações foram debatidas e respondidas por centenas de dirigentes e servidores, em muitas dezenas de produtivas (e quase infindáveis) REUNIÕES.</p>



<p>Um RETRATO estrutural e situacional de nosso HC. Tudo consolidado numa coleção de preciosas PLANILHAS. Da leitura atenta de todo este material, saltaram aos olhos, transbordaram alguns EIXOS TEMÁTICOS, que percorriam, perpassavam transversalmente as diferentes áreas administrativas e assistencial de nosso COMPLEXO hospitalar:</p>



<p>1. Espaço físico, obras e infraestrutura</p>



<p>2. Informática e desenvolvimento tecnológico</p>



<p>3. Recursos humanos (gestão, quadro, política salarial, desenvolvimento e educação permanente)</p>



<p>4. Comunicação (externa, interna e processos dialógicos)</p>



<p>5. &#8220;Compliance&#8221; e gestão da qualidade (assistência integrada e fluidez dos processos de trabalho)</p>



<p>O SEGUNDO MOVIMENTO foi de concentração. Sobre estes eixos temáticos debruçaram-se, mergulharam (afinal, era a apoteose da IMERSÃO), dirigentes e gerentes do Hospital, em três dias de intensos debates, em produtivas reuniões em grupos e plenárias de onde emanavam os DESAFIOS A SEREM SUPERADOS EM 2022, em clima participativo e de pactuação solidária.</p>



<p>Para 2022, resta o principal: o FAZER! O momento da imprescindível operacionalização do plano, momento sem o qual nada que veio antes teria sentido. O PLANO como um guia para a ação, para que nas contendas do cotidiano, nas lides da vida real, com suas surpresas e inflexões, possamos avançar, dosando improvisação e plano, para que este permanentemente recalculando, sempre prevaleça, e os problemas estratégicos do HC-FMB sejam superados, pelo bem do SUS e da saúde do povo brasileiro.</p>



<p><em>Antonio Luiz Caldas Junior é médico, professor do Departamento de Saúde Pública da Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB) e coordenou a IV Imersão do HCFMB neste ano. </em></p>
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		<title>A IV Imersão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lennon Policastro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Dec 2021 19:48:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[André Balbi Participar de uma imersão como fazemos no HC de Botucatu a cada final de ano é um privilégio. Estar entre os participantes da IV Imersão, ocorrida há poucos dias na Pinacoteca de Botucatu foi um privilégio maior ainda. Organizar uma imersão como fizemos neste quarto ano consecutivo, além um privilégio, foi uma ação [&#8230;]]]></description>
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<p><em>André Balbi</em></p>



<p>Participar de uma imersão como fazemos no HC de Botucatu a cada final de ano é um privilégio. Estar entre os participantes da <em>IV Imersão</em>, ocorrida há poucos dias na Pinacoteca de Botucatu foi um privilégio maior ainda. Organizar uma imersão como fizemos neste quarto ano consecutivo, além um privilégio, foi uma ação inesquecível.</p>



<p>Conseguimos trabalhar com 50 gestores do HC durante dois dias e meio, discutindo temas previamente escolhidos por todos os diretores e seus subordinados nas inúmeras reuniões coordenadas pelo ”menino” Prof. Caldas, um dos pilares desta aventura. A ideia da mudança no formato da imersão, a escolha da Pinacoteca e o cuidado em cada detalhe que vivemos foi de responsabilidade da Gerência do Guto Albano e sua equipe, em mais uma amostra de seu competente trabalho. A participação do “menino” Prof. Caldas foi fundamental para que este processo ganhasse volume e importância entre os participantes. O Chefe de Gabinete da Autarquia, Dr. Zeca e o jornalista Carlos Pessoa completaram comigo a equipe que desenvolveu esta ideia que tive no final do mês de outubro, pensando em um formato diferente para esta atividade.</p>



<p>Compreender a complexidade do HC de Botucatu, gigante que não dorme conforme nossa definição, é tarefa árdua e para poucos. Seus gestores precisam tomar decisões e assumi-las. Precisamos aprender cada vez mais e estarmos dispostos a trabalhar mais com promessas do que com fatos e entender que os processos são longos e que o caminho é muito tortuoso e pode não ter destino. Porém, é também saber que podemos mudar a vida dos pacientes que nos procuram e isto vale qualquer preço a ser pago.</p>



<p>Espero que aqueles que viveram esta experiência inédita sejam capazes de compreender que seu papel é fortalecer os pés deste gigante que nunca dorme e saber que se estes pés não estiverem apoiados em um terreno sólido, o gigante pode dormir e não acordar mais.</p>



<p>Experiência inesquecível, a imersão mostrou a todos que todos somos menores do que a importância deste hospital.</p>
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		<title>Um incentivo a preservação de vidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lennon Policastro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Nov 2021 15:09:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[A prática de doar sangue requer uma atitude de entrega, uma vez que envolve disciplina, responsabilidade, compromisso e, principalmente, solidariedade – atributos que nascem com a pessoa ou que podem ser trabalhados na infância ou despertado pelo exemplo alheio ou quando a necessidade surge em algum momento da nossa história. O tempo parece ser o [&#8230;]]]></description>
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<p>A prática de doar sangue requer uma atitude de entrega, uma vez que envolve disciplina, responsabilidade, compromisso e, principalmente, solidariedade – atributos que nascem com a pessoa ou que podem ser trabalhados na infância ou despertado pelo exemplo alheio ou quando a necessidade surge em algum momento da nossa história.</p>



<p>O tempo parece ser o arranjo mais acessível para o ser humano justificar sua ausência em ações comuns e essenciais para o ser humano, associado a pandemia da COVID-19, para a prática de não doar sangue. Essa é uma realidade que vivenciamos no nosso HC e também em outros centros, e isso repercute na escassez do estoque de diferentes tipos sanguíneos. E como não há substituto para esse produto, dependemos da vinda de doadores para realizar as coletas de sangue e conseguirmos manter um estoque seguro para utilizarmos em momento oportuno.</p>



<p>A doação de sangue traz benefícios para todos: hospitais, pacientes e sociedade, além de ser uma segurança ao cidadão que, a qualquer momento, pode necessitar do procedimento transfusional. É importante que a sociedade entenda que aqueles que não podem doar, também podem dar sua contribuição, conscientizando outras pessoas sobre a importância e necessidade desse grande gesto.</p>



<p>Entre os desafios dos Hemocentros está a fidelização dos doadores, por isso as campanhas e o apoio dos meios de comunicação e da sociedade se tornam essenciais. Essa semana comemoramos a semana do doador de sangue, contamos com o apoio de todos para incentivar, conscientizar e divulgar a importância da doação de sangue.</p>



<p><em>Andrezza Castro, Coordenadora do Hemocentro do HCFMB</em></p>
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		<title>Um gesto simples que salva vidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lennon Policastro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Nov 2021 12:20:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[Giovana Silva S. Medeiros Sangue, componente essencial do nosso organismo que garante a vida. E por quê não doá-lo para salvar até 4 vidas? Com esse gesto de solidariedade, podemos dar esperança a tantas famílias que aguardam ansiosos pela recuperação de seus familiares. Eu, como colaboradora do Hemocentro de Botucatu, acompanho de perto a dificuldade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Giovana Silva S. Medeiros</em></p>



<p>Sangue, componente essencial do nosso organismo que garante a vida. E por quê não doá-lo para salvar até 4 vidas? Com esse gesto de solidariedade, podemos dar esperança a tantas famílias que aguardam ansiosos pela recuperação de seus familiares.<br><br>Eu, como colaboradora do Hemocentro de Botucatu, acompanho de perto a dificuldade de manter os estoques de sangue e plaquetas para atender às demandas do nosso Hospital e da nossa região, tendo em vista que o Hemocentro de Botucatu atende, além do HC, toda a região de Botucatu. Sou funcionária do Setor de Fracionamento de Sangue e, portanto, acompanho diariamente os pedidos de hemocomponentes chegarem até nós.<br><br>O que me tocou e motivou a me tornar doadora há aproximadamente 2 anos, foi o fato de a maioria dos pacientes que necessitam de hemocomponentes possuem doenças graves tais como: leucemias, câncer, recém nascidos prematuros, nefropatas, etc. Como forma de gratidão a Deus por minha saúde, me sinto no dever de ajudar o próximo.<br><br>Se cada um de nós, colaboradores do HC, incluíssemos na nossa rotina o hábito de doar sangue e plaquetas, poderíamos contribuir para manter os estoques de sangue e hemoderivados a um nível satisfatório. De acordo com um estudo realizado no Hemocentro de Botucatu, apenas 10% dos servidores do HC são doadores e se, a cada dia da semana, um servidor fizesse a doação de sangue, ou ao menos uma vez por ano, manteríamos de forma satisfatória o estoque do Hemocentro.</p>



<p>E o mais importante: com esse simples gesto de doação, garantiríamos a tantas pessoas a chance de uma nova vida!</p>



<p><em>Giovana Silva S. Medeiros é Técnica de Laboratório do Setor Componentes Labéis do Hemocentro</em> <em>do HCFMB.</em></p>
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		<title>20 anos do McDia Feliz em Botucatu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lennon Policastro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Oct 2021 17:51:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[Augusto Albano Agradeço aos meus amigos de trabalho, pessoal do transporte, manutenção, e tantos outros que não medem esforços para me auxiliar nas ideias loucas e eventos.Em especial quero agradecer ao time fantástico, e extraordinário da Gerência de Comunicação, Imprensa e Marketing, pois não é fácil você sair de casa para trabalhar cheiroso, e no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Augusto Albano</em></p>



<p>Agradeço aos meus amigos de trabalho, pessoal do transporte, manutenção, e tantos outros que não medem esforços para me auxiliar nas ideias loucas e eventos.<br>Em especial quero agradecer ao time fantástico, e extraordinário da Gerência de Comunicação, Imprensa e Marketing, pois não é fácil você sair de casa para trabalhar cheiroso, e no fim do dia, parecer que você desfilou na Marques da Sapucaí, vendendo camisetas, fazendo releases, organizado lives, slogans, artes e no fim do dia dizer UFA! Conseguimos. Vocês são demais.<br>À minha família, que também faz parte disso, meu companheiro que aguenta todo meu stress pré McDia. Afinal, quem tem irmãs que ficam vendendo camisetas anos após anos no McDia, ou que fica pesquisando fantasia em formato de hambúrguer para vir fantasiada??<br>Agradecer aos meus amigos e parceiros, que sem vocês, essa noite e hoje seria impossível. Henrique , Marcelo, Ricardo e Natália, Estelinha, e toda essa equipe sensacional.<br>Obrigado Shopping Park Botucatu e obrigado Regina, por  abraçar a nossa causa.<br>E agora agradeço à eles que fazem o McDia Feliz Botucatu o que é hoje: os voluntários. O voluntariado muda tudo ao nosso redor. O voluntariado contagia e só traz bons frutos.<br>Seja você que vende ticket, que frita batata, limpa mesa&#8230; você que dedica um pouco do seu tempo a nossa campanha! Tudo o que eu disser aqui, sera pouco para agradecer o quanto vocês são essenciais.<br>Isso é McDia Feliz, e como diz nossa campanha, não é só um lanche. É muito , mas muito mais que isso, e não canso de dizer: McDia é amizade, é gratidão, é esperança, é determinação, é amor ao próximo.<br>E não paramos por aqui. Contiuamos  nossa jornada, projetos e vamos sim…fortes, juntos e com muita fé, combater o câncer infanto juvenil.<br>Obrigado à todos… e até ano que vem!</p>



<p><em>Augusto Albano é Gerente de Relações Institucionais do HCFMB e Coordenador da Campanha McDia Feliz Botucatu</em></p>
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		<title>O impacto do McDia Feliz na região de Botucatu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lennon Policastro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Oct 2021 17:29:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[Bianca Provedel Você sabia que a cada hora, no Brasil, surge um novo caso de câncer infantojuvenil? Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), esta é a enfermidade que mais mata crianças e adolescentes de 1 a 19 anos no país. E é com o apoio da sociedade e de empresas que conseguiremos mudar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>Bianca Provedel</em></strong></p>



<p>Você sabia que a cada hora, no Brasil, surge um novo caso de câncer infantojuvenil? Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), esta é a enfermidade que mais mata crianças e adolescentes de 1 a 19 anos no país. E é com o apoio da sociedade e de empresas que conseguiremos mudar essa realidade. Por isso, ações e campanhas em prol da causa são extremamente importantes para aumentarmos as chances de cura do câncer infantojuvenil que, hoje, chegam a 64%. Mas ainda queremos alcançar os 80% de chances de cura, assim como os países com alto Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).</p>



<p>E um grande exemplo de amor e solidariedade em prol dos nossos pequenos pacientes oncológicos é o McDia Feliz, uma das maiores campanhas de mobilização de recursos em prol de crianças e jovens no Brasil. Desde 1988, com a venda do Big Mac no sábado mais especial do ano, cerca de R$ 300 milhões já foram arrecadados.Neste ano, a 33ª edição do McDia Feliz realizado no sábado (23 de outubro), beneficiará 67 projetos de 57 instituições que atuam com oncologia pediátrica de 46 cidades em 20 estados mais o Distrito Federal. Essas instituições fazem parte da rede parceira do Instituto Ronald McDonald, que há mais de 22 anos atua para propiciar saúde e qualidade de vida para milhares de crianças, jovens e seus familiares por meio de seus programas e projetos.</p>



<p>Para chegarmos ainda mais próximos da nossa missão, uma das regiões impactadas com a campanha é em Botucatu, no interior de São Paulo, com o <strong>Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu</strong>, que já soma 20 anos de parceria e muitas conquistas alcançadas ao lado do Instituto Ronald.</p>



<p>Nesses anos de parceria com o hospital, somamos quase <strong>745 mil reais investidos</strong> na região através do recolhimento no McDia Feliz, o que nos permitiu, por exemplo, ampliar o ambulatório de oncologia pediátrica, trazendo melhorias e um conforto inenarrável para nossas crianças que lutam com tanta força pela vida. Cada projeto finalizado, cada aquisição de equipamento para o ambiente hospitalar, cada sorriso e cura que conseguimos levar para os pacientes,fez e faz tudo valer a pena, nos ajuda a continuar e a acreditar que a solidariedade é a palavra chave para um futuro melhor para todos nós.</p>



<p>Outro ponto de destaqueé o projeto <strong>“</strong><strong>Juntos Pela Cura: Diagnóstico Precoce do Câncer Infantojuvenil na Região do Polo Cuesta”</strong>, que visa capacitar e preparar todo o corpo médico e de enfermagem para auxiliar pacientes e seus familiares. O programa, que está em andamento, teve um investimento de R$ 62.800,00 advindos do Instituto Ronald McDonald, e claro, nos enche de orgulho.</p>



<p>Os impactos positivos do McDia Feliz em Botucatu são tão expressivos que nos mostra de forma clara o tamanho da força da nossa campanha e de todos que estão envolvidos nela. Falo dos voluntários, colaboradores, das franquias das lojas, de quem compra o Big Mac e de todos vocês que fazem tudo isso ser possível.</p>



<p>Quando olhamos esses resultados, e vemostanta gente beneficiada e o impacto que essas ações de solidariedade causaram em suas vidas, entendemos o propósito dessa campanha, que enche de esperança toda uma sociedade que, principalmente depois desses quase dois anos de pandemia da Covid-19, está clamando por abraços, sorrisos e vida. <strong>E é isso que queremos levar à cidade de Botucatu: vida!</strong></p>



<p>Para isso, o Instituto Ronald McDonald conta mais uma vez com a participação de todos os brasileiros. Não fazemos nada sozinhos, são muitos parceiros que nos ajudam a manter nossos projetos, permitindo continuarmos a ajudar crianças e adolescentes com câncer, levar conforto aos familiares e transformarBotucatu e todo o Brasil em referência no tratamento oncológico.</p>



<p>Vamos juntos, de mãos dadas, bem mais longe ajudando tantas crianças e jovens a terem um futuro com esperança e saúde.</p>



<p><strong><em>Bianca Provedel é Diretora Executiva do Instituto Ronald McDonald</em></strong></p>
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		<title>Não é só um lanche</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lennon Policastro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Oct 2021 12:55:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[Câncer é o nome dado a um conjunto de mais de 100 doenças que têm emcomum o crescimento desordenado de células, que invadem tecidose órgãos. O câncer infantojuvenil é considerado uma doença rara em que os sintomas não são específicos, sendo esses, muitas vezes confundido com doenças comuns na infância. No mundo, cerca de 300 [&#8230;]]]></description>
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<p>Câncer é o nome dado a um conjunto de mais de 100 doenças que têm emcomum o crescimento desordenado de células, que invadem tecidose órgãos.</p>



<p>O câncer infantojuvenil é considerado uma doença rara em que os sintomas não são específicos, sendo esses, muitas vezes confundido com doenças comuns na infância. No mundo, cerca de 300 mil crianças e adolescentes são diagnosticados com câncer ao ano. No Brasil, o Instituto Nacional do Câncer (INCA) aponta que ocorrerão 8.460 novos casos nos anos de 2020, 2021 e 2022. Os principais tipos são as leucemias, linfomas e tumores do sistema nervoso central. É a segunda causa de mortes de crianças e adolescentes no Brasil. As taxas de cura estão em 64% (melhoraram muito nos últimos anos), porém, ainda há uma diferença significativa relacionada aos países de alta renda, como Estados Unidos, que apresenta uma taxa de 84%.</p>



<p>Essa diferença está relacionada a disponibilidade de alguns medicamentos e principalmente ao diagnóstico precoce.</p>



<p>O câncer infantojuvenil não é prevenível, por tratar-se muitas vezes de doença de origem embrionária e de crescimento rápido.</p>



<p>No Brasil, o diagnóstico precoce ainda é um desafio que deve ser superado. O encaminhamento antecipado desses paciente a um serviço especializado e de alta complexidade, garante além da chance de cura, a redução de sequelas e a melhora na qualidade de vida.</p>



<p>Visto isso, em setembro de 2021 iniciamos a Capacitação do Programa de Diagnóstico Precoce do Câncer Infantojuvenil.</p>



<p>Com objetivo de capacitar profissionais da área da saúde pertencentes às Unidades Básicas, orientando para a identificaçãoprecoce do câncer em crianças eadolescentes, favorecendo o aumento daprobabilidade de cura.</p>



<p>Toda essa capacitação é vinculada ao Instituto Ronald McDonalds.</p>



<p>Isso demonstra a importância da Campanha do MC dia feliz para o Hospital das Clínicas e para o Serviço de Oncologia Pediátrica.</p>



<p>Fazer parte desse programa é um imenso prazer, pois sei que muitas crianças poderão ser diagnosticadas precocemente, diminuindo assim o sofrimento de toda a família e dos profissionais que compõem a rede de cuidados.</p>



<p>Hoje posso dizer, que não imaginamos nosso Serviço de Oncologia Pediátrica sem o apoio dessa campanha tão grandiosa e tão esperada todos os anos, que é o MC dia feliz.</p>



<p>Muito já foi feito pelo nosso Serviço, como aquisição de equipamentos, de mobiliário, estrutura física. Mas, nunca uma campanha teve tanto sentido e significado quanto a do diagnóstico precoce.</p>



<p>À todos que de alguma forma nos ajudaram vendendo/comprando tickets, camisetas, ministrando as capacitações, atuando como voluntário, nosso muito obrigada!</p>



<p>Garantir a cura e qualidade de vida para nossas crianças e familiares não tem preço! Mas é muito valioso!</p>



<p>Não é só um lanche, é amor, envolvimento, entrega, é vida!</p>



<p><em>Karina Freitas é Enfermeira e Supervisora Técnica de Seção do Ambulatório de Oncologia do HCFMB</em></p>
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		<title>E aí? Como vai a vida fora das redes sociais?</title>
		<link>https://imprensajornal.hcfmb.unesp.br/e-ai-como-vai-a-vida-fora-das-redes-sociais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lennon Policastro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Oct 2021 16:44:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[Evandro Cini Mães e pais mandaram um &#8220;zap&#8221; para seus filhos. Os risquinhos que apontam que as mensagens foram entregues não apareceram.A fofoca entre amigos ficou pelo caminho.E aquela selfie bem iluminada, que deixa os olhos evidentes não aparecia no feed do Instagram de jeito nenhum.Muitos esbravejaram com o roteador de WiFi e com as [&#8230;]]]></description>
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<p><em>Evandro Cini</em></p>



<p>Mães e pais mandaram um &#8220;zap&#8221; para seus filhos. Os risquinhos que apontam que as mensagens foram entregues não apareceram.<br>A fofoca entre amigos ficou pelo caminho.<br>E aquela selfie bem iluminada, que deixa os olhos evidentes não aparecia no feed do Instagram de jeito nenhum.<br>Muitos esbravejaram com o roteador de WiFi e com as operadoras de telefonia e internet. Mas logo veio a resposta. Eu estava ao vivo na TV, quando tive de noticiar:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>&#8220;A semana começa com Wahstapp, Instagram e Facebook fora do ar. As plataformas informam que estão verificando o problema e pedem paciência aos usuários&#8221;.</li></ul>



<p>Paciência? O mercado financeiro não teve.<br>As ações do Facebook cairam quase 5% na bolsa de tecnologia de Nova Iorque, o que representou redução de U$$ 50 bilhões no valor de mercado. Com isso, Mark Zuckerberg perdeu U$$ 5,9 bilhões de sua fortuna, o que fez Bill Gates ultrapassá-lo na lista dos mais ricos do mundo.<br>Mas o dilema pessoal de Zuckerberg não amenizou a reação e nem o prejuízo daqueles ganham dinheiro com as redes sociais e que usam o Whatsapp pra se comunicar com clientes,</p>



<p>E como pedir paciência para pessoas internadas com covid-19, que só conseguem falar com parentes e amigos por meio de chamadas de vídeo e mensagens do Whatsapp?</p>



<p>Mais do que isso, o blackout digital obrigou milhões de pessoas a voltarem pra vida real e nem todo mundo gosta de encarar a realidade. O Professor Voluntário da Faculdade de Medicina de Botucatu, Dr. José Bertolote explica esse comportamento:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>&#8220;As redes sociais possibilitam a criação de uma realidade virtual onde algumas pessoas começam a viver e passam a transferir para as demais uma imagem que é da fantasia delas e que não existe no mundo real. Este mundo virtual que é das redes sociais e que é também dos jogos de videogame permite que a gente tenha a sensação de que pode controlar o TEMPO&#8221;.</li></ul>



<p>Essa sensação de controle é como um entorpecente para o nosso cérebro, como aponta o Médico Psiquiatra, Primo Paganini:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>&#8220;Nosso cerebro possui o sistema de recompensa, que usa a dopamina, neurotransmissor do prazer, como principal substancia, o que nos dá o &#8216;barato&#8217; e nos inunda de prazeres. Isso é viciante. É como se esse sistema repetisse em nossa mente: quero mais e mais&#8221;.</li></ul>



<p>Já viver O AGORA inclui uma reflexão daquilo que está ao nosso redor todos os dias, mas que desprezamos ao manter os olhos vidrados no celular. A vida como ela é, sem filtros. Esse pacote também exige que ouçamos o amigo, o colega de trabalho e a irmã falarem sem acelerar o ritmo em 1x, 1,5x ou 2x. Falar é fácil, ouvir não… E por que isso incomoda tanto? Para o Neurocirurgião da Universidade de São Paulo, Fernando Gomes, o motivo é o aumento da energia que o nosso cérebro gasta pra viver o presente:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>&#8220;O cérebro representa 2% do peso corporal, mas consome 20% da nossa energia. Ou seja, as redes sociais nos colocam numa zona de conforto que faz com que o gasto de energia seja menor&#8221;.</li></ul>



<p>Por outro lado, as seis horas de apagão impediram o compartilhamento de milhões de fake news que rodam em grupos de whatsapp e em postagens do Facebook. Também barraram demandas de trabalho desnecessárias, que chegam por mensagens fora de hora, simplesmente porque o chefe quer desafogar seus próprios compromissos. Por algumas horas, vivemos o silêncio. E a pergunta que devemos nos fazer é: isso nos agradou ou nos incomodou?</p>



<p>Agradou?<br>Para os especislistas, significa que você tem maior controle sobre o mundo virtual e um entendimento privilegiado da própria existência.</p>



<p>Incomodou?<br>Significa que está faltando equilíbrio. De acordo com os médicos, esse incômodo pode evoluir para uma ansiedade e até para a depressão. A dica é estabelecer períodos em que você fique longe do celular e substituir o acesso as redes por atividades ao ar livre.</p>



<p>O principal é compreender que nenhum selfie, storie ou feed é mais emocionante e desafiador do que viver.</p>



<p><em>Evandro Cini é jornalista e apresentador da CNN Brasil.</em></p>
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